Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 17/07/2020
A peste negra tradicionalmente conhecida por ter dizimado, pelo menos, cerca de 1/3 da coletividade europeia. Ao se focar com o momento atual, o alerta ao coronavírus que está se disseminando mundialmente, gera aflição no âmbito econômico, social e, por tabela, escolar, uma vez que toda a sociedade é obrigada a entrar em isolamento social para prevenção contra esse grau de agruras e diminuir o avanço do vírus. Ora, nota-se um contexto de mazela que gera desigualdade social, aumento descomunal na economia e, sobretudo, no controle do psicológico.
Essa assertiva deriva, em especial, a pífia ação do Poder Público nessas conjunturas. De acordo com o Portal de Notícias G1, a Organização Mundial do Comércio (OMC) prevê que o comércio global recuará em até 32% neste ano. Nessa perspectiva, o Governo brasileiro pena com uma indiferença na preparação contra esse tipo de causa natural em paridade a outros países, como a China que construiu um hospital de 1000 leitos em 10 dias, com isso percebe-se que o Brasil acarreta mais efeitos dessa pandemia, haja vista, o aumento no desemprego e, sobretudo, a elevação da pobreza, na qual, diversos indivíduos padece com a indiferença social no âmbito econômico para suporta essa mazela. Logo, nota-se o papel ineficiente do Estado.
Atrela-se ao exposto, a vulnerabilidade dos futuros profissionais. Na ótica dessa problemática, o G1 aponta que alguns alunos de escolas públicas do país convivem com ausência de merenda, internet e local para estudar em tempos de pandemia, assim, é relevante uma disparidade social com esses indivíduos que daqui poucos anos estarão no controle econômico, midiático, escolar etc,na qual pena de precaridade nessa área. Sob esse viés, percebe-se mais uma vez o descomunal impacto de epidemias que causam no olhar coletivo mostrando o quão longínquo está o Brasil em lapidar essas mazelas. Nesse sentido, quando o gestor público se exime de sua função, a sociedade, em especial, os meios mais abastados, colhe o azedume.
Infere-se, portanto, que essa problemática demanda dois vetores. Assim, cabe ao Governo amplificar a discussão acerca dessa temática, por meio de investimentos em pesquisas, entrevistas com profissionais economistas inseridos nessa causa, a fim de estabelecer o controle nacional e, sobretudo, o bem estar dos indivíduos. Ademais, a coletividade deve tonificar uma mobilização e reivindicação em parceria ao âmbito midiático, por intermédio das redes sociais e propagandas publicitárias, com o intuito de exigir uma melhoria para a esfera educacional para que se tenha bons rendimentos no futuro. Desse modo, para que causas naturais como a peste negra e outras tenha menos frequência mundial.