Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 24/07/2020
A nova realidade do Brasil
Após a primeira Guerra Mundial, em 1918, o vírus influenza padeceu uma mutação genética e provocou uma pandemia que se espalhou ao redor do mundo. No começo do ano, na China, um novo vírus chamado de COVID-19, sofreu uma modificação e se dispersou através do continentes, fazendo com que maioria dos países se declararam em estado de quarentena e então, causando vários problemas.
É importante destacar às consequências econômicas geradas neste cenário. Segundo a revista Time, “as ações das empresas norte-americanas perderam 12% do seu valor… Foi a pior semana para o mercado ações desde a crise financeiro em outubro de 2008”. Como vários países entraram em isolamento, muitas pessoas não puderam ir trabalhar, consequentemente, não geram matéria-prima, salva aquelas pessoas que trabalhar de “Home Office”. Em controversa, há varias empresas que estão indo super bem, como as firmas de fabricam vacinas, desinfetantes e mascarás.
Outro fator importante é que, o COVID-19 possui uma alto índice de infecção, quatro continentes foram contagiados em menos de um mês. Nesta situação, pessoas com falta de conhecimento cientifico sobre o vírus, faz com que esta situação se torne ainda mais alarmante, pois a população não toma as devidas preocupações para diminuir o contágio, como, por exemplo, usar máscaras ao sair da rua.
É notório que as mídias vinculadoras de notícias explicitem, cada vez mais sobre as informações do COVID-19, sendo assim, podendo gerar uma maior consciência em torno do ponto em questão. Além disso, cabe ao Estado oferecer mascarás, álcool em gel e entre outras coisas, para pessoas que não tem a condição de comprar estes produtos. Logo, tendo o potencial de diminuir o número de casos e que a situação volte ao normal o mais rápido possível.