Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 09/08/2020

Em questão de 8 meses, o mundo teve que lidar, e continua a defrontar, uma das maiores crises de em requisitos de saúde do século XXI, a pandemia do novo Corona vírus (COVID-19). Desde então, as novidades que foram programadas para 2020 tiveram suas trajetórias alteradas. Vários festivais de grande destaque ao publico tiveram que ser adiados ou até mesmo cancelados. Eventos esportivos também foram incluídos, como a Eurocopa de 2020 e os Jogos Olímpicos que iriam ocorrer no Japão. Enfim, tudo mudou. Ainda não foi possível aceitar a nova realidade.

Primeiramente, e como se não bastasse. O que seria um pequeno surto que ocorreu em uma cidade da China, conseguiu se estender em grande escala, atingindo países vizinhos e por fim chegar na Europa. E não demorou muito para que atingisse o nosso país. Diferente dos outros países, o Brasil não conteve o crescimento do vírus com tanta tranquilidade, e ainda sim, continua resistindo para que não haja uma sobrecarga de infectados. A expansão da doença trouxe o pânico para os que nunca vivenciaram situações como essa e lamentação para os que perderam parentes e amigos.

Em segundo, não são todos que se sentem seguros para que possam sair de casa, preferem levar a sua saúde em primeira posição. Em minoria, pessoas que vivem em boas condições, podendo realizar suas atividades normalmente. Porem, como já foi dito, não são todos que esse privilégio. Há cidadãos humildes que dependem desse trabalho para sua própria sobrevivência. E é nesses momentos em que realmente se pode perceber a total divisão social da população brasileira. Alias, uma das coisas que mais preocupa a audiência, além da questão da pandemia, há também a “infodemia”. Dependendo de como será a estrutura da notícia, há grandes chances de se repercutir, mesmo sendo uma notícia totalmente falsa.

Portanto, deve-se dizer que uma pandemia pode ser a pior maneira de originar o pânico. Surgiram novas formas de se ver o terror. O adiantamento ou até o cancelamento de várias celebrações mostraram realmente o que uma doença pode fazer. Muitos podem, ou já se prejudicaram. É preciso levar em conta que as nossas vidas são tão importantes quanto a estrutura social, ou seja, devemos levar nossa saúde em primeira posição. Nos momentos, aos que necessitam de trabalho para se sustentar, deverão apenas se conformar com o dinheiro distribuído ao público pelas redes governamentais, ou dependendo de qual setor o usuario frequenta (de preferencia alimenticia), há uma grande viabilidade dessa pessoa continuar trabalhando normalmente.