Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 30/07/2020
Peste negra,Gripe Espanhola, SARS-CoV, MERS-CoV, h1n1 e SARS-Cov 2(COVID-19). Diversos são os prejuízos deixados pelas epidemias e pandemias ao longo da história. Desse modo, é importante destacar os principais desafios relacionados à histeria coletiva, seja pela negligência Estatal ou pelo fator intrínseco da sociedade em corroborar com o processo.
Em primeiro lugar, deve-se ressaltar a ineficácia de medidas governamentais para resolver o impasse. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é o responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não acontece de forma ideal como na teoria. Contextualizando, o pensador, no Brasil temos a " Lei do SUS 8080/90 " onde o atendimento a saúde é gratuito, mas essa página constitucional tem se mostrado ineficiente, pois há falta de leitos e equipamentos necessários para tratamento da COVID-2019, com isto, deixando parte da população desassistida e eufóricas. Nessa perspectiva, a proteção contra epidemias e pandemias é de responsabilidade do SUS.
De maneira secundária, é legítimo relatar que a falta de empenho coletivo, no Brasil, constitui um dos empecilhos para a eficaz execução do isolamento social em casos de pandemia. Tal conjuntura pode ser ilustrado pelo descuido de parte da população quanto ao uso de máscara e distanciamento social, pois é hora de se prevenir e redobrar os cuidados, e, se der, ficar em casa para se proteger. Ademais, estes contextos de desrespeito ocorrem mesmo com recomendações das autoridades nos diversos Estados brasileiros, visto que o grande avanço da doença tem potencial de gerar um colapso no sistema de saúde. Portanto, é importante que haja uma maior consciência da sociedade diante dessa problemática.
Em suma, urge que medidas sejam realizadas diante dos obstáculos enfrentados pela repercussão desmedida. Portanto, cabe ao Governo Federal destinar mais verbas públicas aos hospitais nos casos de pandemias, e assim garantir aos usuários tratamento adequado para recuperação. Além disso, o Ministério da Saúde em parceria com as grandes mídias, devem promover campanhas publicitárias mais eficazes de conscientização, a fim de que os indivíduos se previnam e evitem frequentar lugares aglomerados ou que há grande circulação de pessoas, e assim reduzir a propagação do vírus e o pânico coletivo. Dessa forma, o poder Público e a sociedade lidam de forma mais promissora com a problemática vigente.