Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 30/07/2020

Ao longo da sua história, a humanidade foi diversas vezes marcada por epidemias e as histerias coletivas atreladas a elas. Ademais, algumas epidemias ocorreram em níveis globais como a peste bubônica, outras epidemias aconteceram de maneira endêmica como a dengue no Brasil. É inegável que as epidemias não só estão associadas ao saneamento básico precário mas também a descomplicada transitação dos patógenos. Em primeira análise, é necessário ressaltar que o saneamento básico precário em países em desenvolvimento está diretamente relacionado com o surgimento de novas epidemias e, consequentemente a histeria coletiva devido ao medo do desconhecido. Desta maneira, pode ser usado como exemplo a pandemia do “novo coronavírus” - Sars- cov- 02 - que manifestou-se de hábitos alimentares exóticos em um local de higiene precária se alastrando no mundo rapidamente. Em outra face, a globalização facilita ainda mais a circulação desses patógenos no globo. Visto que, a transitação de pessoas é cada dia mais fomentada pela empresas de transporte e turismo. No entanto, a circulação de indivíduos equivale a circulação dos causadores de doenças, atingindo populações carentes em localidades com o sistema de saúde limitado. Indubitavelmente, as epidemias estarão presente na vida da sociedade moderna. Em vista de prevenir a aparição dessas, cabe ao Ministério da Saúde criar medidas de monitoramento de epidemias no Brasil e investir em saneamento básico em todo o país. Além disso, deve utilizar dos meios publicitários para conscientizar a população sobre a importância dos hábitos de higiene individual.