Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 31/07/2020

O período histórico denominado como Baixa Idade Média foi marcado pela “peste negra” - peste bubônica transmitida pela pulga do rato - essa doença  causou uma grava mortandade na Europa. Diante do fato, na contemporaneidade, o holocausto é o novo coronavírus (COVID19) que marca o mundo em 2020 por sua disseminação coletiva atingindo todos os continentes. Acerca disso, a problemática de dispersão viral pode ocasionar prejuízos a economia e a divulgação de fake news, dificultando a contenção epidêmica.

Em primeiro lugar, é preciso ressaltar que durante a pandemia do COVID 19 a bolsa de valores caiu 30% e o dólar subiu 16% aumentando a desvalorização das demais moedas. Nesse viés,  a Organização Mundial da Saúde decretou ao combate ao coronavírus o fechamento do comércio durante a pandemia, assim, muitos comerciantes brasileiros acabaram falindo, cerca de 600 mil pequenas empresas fecharam as portas permanentemente. Desse modo, pode-se analisar que a pobreza aumentará e em um mundo pós pandêmico a economia terá que enfrentar desafios para reerguer e se estabilizar novamente.

É importante considerar, também, que as falsas notícias publicadas em redes sociais facilita a histeria coletiva. Nesse sentido, pessoas de risco são os mais afetados pelas fake news, o que fazem quebrar a quarentena e não fazer o uso adequado e contínuo de mascaras para proteção do coronavírus. Dessa maneira, os óbitos totalizam, aproximadamente, 73% de idosos que acreditavam que seria somente uma gripe e não acabaram se prevenindo corretamente.

Portanto, é preciso combater esse pensamento imposto e equivocado sobre a pandemia e conter uma possível crise no setor econômico. Assim, cabe ao Governo Federal conjunto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação aumentarem o número de delegacias que cuidam de crimes de internet, pois, atualmente existem 11 delegacias no Brasil especializadas em crimes em redes tecnológicas. Além disso, cabe ao Ministério da Economia junto  a bancos governamentais, como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, facilitar a pequenos empresários empréstimos que viabiliza taxas de juros baixíssimas para em um momento pandêmico a economia não sofra crises. Somente assim, pode-se conter estragos sociais e econômicos proveniente na pandemia.