Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 09/08/2020

Ao longo da história, o mundo viveu várias epidemias gritantes, exemplos disso são a peste negra,que atingiu a Europa e a Ásia deixando mais de 50 milhões de mortos. Mais recentemente(1918-1919) a Gripe espanhola que matou 20 milhões. Nos dias atuais estamos vivendo uma pandemia que já tem 19 milhões de casos confirmados e 700 mil mortes a nível global, sendo 3 milhões desses casos e 100 mil dessas mortes do Brasil, e existem muitos desafios pra amenizar a histeria da população.

Sem dúvidas, o Brasil é um dos piores, se não o pior país combatendo o coronavírus. Isso se deve principalmente à falta de uma figura de liderança, já que o presidente da República não demonstra mínima empatia e preocupação com a sua população. E esse fator de um chefe de Estado que, além de buscar as melhores maneiras para o combate á propagação do vírus, conduz bem o seu povo contra isso, é crucial para a diminuição da histeria coletiva.

À mesma medida que pessoas se intimidam com o aumento dos números do COVID-19 no Brasil, outras sequer expressam o medo ou ao menos consideração pelos que respeitam a quarentena que teoricamente era pra estar se vivendo, e esse com certeza é um dos motivos para o aumento da histeria dos preocupados, os irresponsáveis. Como pode ser visto em um flashback em “A Bela e a Fera” (2017), que se passa durante a época da peste negra, os médicos da mãe da protagonista ficam histéricos com a presença do marido e filha da mesma diante da doente, o que certamente não mudou no dias de hoje pois os médicos são os que devem demonstrar esse medo, claro que moderadamente, para alertar ao povo.

Em síntese, podemos obviamente concluir que a figura do líder jamais deve ser idolatrada, e sim  cobrada para poder oferecer o melhor para seu povo, e isso faz muita falta quando se tem uma população histérica, portanto esse é o maior desafio, porque por falta de aviso não foi.