Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 09/08/2020

Muitas vezes as epidemias são subestimadas ou desrespeitadas, tanto por pessoas que não se importam quanto por pessoas que não entendem a gravidade. As doenças só se tornam epidemias quando a doença em questão se espalha descontroladamente, se isso se agravar muito pode acabar se tornando uma pandemia. O Brasil já enfrentou diversas pandemias devastadoras tais como a varíola, febre amarela, gripe espanhola, poliomielite e meningite.

A maior parte das doenças começam como uma simples infecção local, só em uma cidade ou vilarejo, e vai se espalhando devido o tráfego de pessoas que vão de um lugar para o outro tanto a passeio quanto a trabalho. Quando a doença evolui para epidemia na maioria das vezes são emitidos alarmes avisando das condições atuais da região, sempre orientando as pessoas sobre o que é indicado a fazer.

Uma epidemia frequente no Brasil que normalmente ocorre uma vez por ano é a da dengue que é transmitida por um mosquito. Algumas das indicações são não deixar acumular água  em pneus, vasos, cortar a grama, sempre tampar as caixas de água para que não haja a proliferação do mosquito, sempre que possível usar repelente ou telas nas janelas principalmente ao entardecer.

Seria muito bom que as pessoas desse mais valor para as epidemias, e sempre que possível os governos fazerem campanhas de prevenção a doença tratada no momento, para que as pessoas que não estiverem cientes dos riscos e medidas a serem tomadas sejam avisadas. As campanhas podem ser on lines, em cartazes, pessoas panfletando entre outras coisas. Mas é sempre importante avisar dos riscos que os cidadãos correm e vale falar também que não é necessário exagerar.