Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 09/08/2020

Em nosso país é comum ouvirmos dizer sobre um alastro de uma determinada doença. Isso ocorreu em nosso país, por exemplo, com a dengue. Apesar de muitas pessoas não saberem o quão grave uma epidemia pode ser, deve- se tomar muito cuidado, pois quando uma determinada doença se abrange por diversas regiões, países ou até mesmo continentes, podemos nos deparar com uma pandemia. Como exemplo de pandemia, podemos citar o coronavirus . Uma doença que se alastrou por regiões tornando - se uma epidemia e sem os breves cuidados tornou - se uma pandemia, se alastrando por diversos continentes.

Em segundo plano, além do movimento antivavinal, as precárias condições do saneamento básico e sua falta, principalmente, em subúrbios e zonas rurais corroboram ao problema de se combater epidemias no Brasil, uma vez que esses lugares estão mais aptos às erosões e enchentes que são as principais causas do surgimento dessas doenças. Nesse contexto, segundo o portal G1 notícias, cerca de 50% da população brasileira não possui tratamento de esgoto. Nesse ínterim, apesar de estar em vigor a dez anos a lei de Saneamento Básico, esse sistema é desprovido por metade da população, evidenciando a vulnerabilidade da nação de contrair doenças e repassa-las aos demais indivíduos, causando a persistência de epidemias como o caso da Febre amarela, Dengue, malária, dentre outras.

Urge, portanto, com que às doenças epidémicas sessem no manto social. Em razão disso, o Governo, por intermédio dos Ministérios de Desenvolvimento Social e da Saúde, deve desenvolver oficinas recreativas em praças públicas, com palestras ministradas por médicos e profissionais da área microbiológica, objetivando orientar os pais sobre a importância de vacinar suas crianças, visando levar a reflexão e diminuir o movimento antivavinal que atinge toda a massa populacional. Ademais, por ser direito dos cidadãos o saneamento básico, deve-se instigar nessas mesmas oficinas petições aos governantes referente à construção e manutenção desse bem para amenizar às doenças. Dessa forma, ponto tais medidas em prática, a sociedade poderá ser protagonista de sua própria história de erradicar doenças contagiosas e assegurar o que está descrito pelos Direitos Humanos.