Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 26/08/2020
De acordo com a declaração Universal dos Direitos Humanos, nós temos o total direito à saúde e ao bem estar social. Por consequência da falta de informação, atualmente as epidemias virais estão em acelerado crescimento no Brasil. Nesse sentido, o aumento do número de afetados e de mortos por conta dessas epidemias devem ser analisados a fim de minimizar os impactos ocasionados neste cenário. Ademais, é essencial ressaltar a falta de investimento na busca de vacinas, bem como o despreparo da população diante de tal problema.
É primordial ressaltar que as epidemias virais no Brasil derivam da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que reprimam tais ocorrências. Segundo o pesador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nota-se que, devido a falta de atuação das autoridades foram realizados grandes cortes financeiros na área da educação nos últimos anos, retrocedendo todas as descobertas feitas a respeito do combate desses vírus através das vacinas. Como consequência, o crescimento de pessoas afetadas é diário e até o momento irredutível.
Em decorrência disso, observa-se também o despreparo da população como promotor do problema. Constata-se que, de acordo com o G1, em 2020, mais de noventa mil pessoas já foram aos hospitais e postos de saúde com suspeita de dengue. Partindo desse pressuposto, as pessoas devem buscar formas de eliminar possíveis locais onde os mosquitos podem depositar seus ovos e conscientizar parentes e vizinhos a fazerem o mesmo, diminuindo assim a taxa de disseminação de doenças.
Portanto, medidas devem ser efetivadas a fim de mitigar a contaminação por essas epidemias virais. Desse modo, cabe ao Estado aumentar a verba no que se diz respeito a saúde do povo brasileiro, para dessa forma incentivar as pesquisas na busca e criação de vacinas eficazes no combate a esse vírus. Contudo, cabe também aos sistemas de saúde pública enviarem mais profissionais e com mais frequência as residências para verificarem e informarem como deve ser feito o descarte e o tratamento da água no caso de haver ou não larvas dos mosquitos, garantindo uma melhor qualidade de vida e saúde aos cidadãos brasileiros.