Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 11/10/2020
“Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida”. A declaração de Platão, filósofo grego, permite refletir sobre como as epidemias e seus desafios de histeria coletiva representam um problema a ser enfrentado de forma mais organizada pela sociedade. Nesse sentido, convém analisarmos os principais aspectos positivos e negativos.
Primeiramente, o pânico e estresse causado pelo medo das epidemias pode não só fazer com que as pessoas tenham atitudes irracionais, mas também causar sério prejuízo a toda população. De tal forma, durante o século XIV a peste bubônica matou grande parte da população europeia, devido a essa doença as pessoas começaram a fugir em barcos minúsculos correndo sérios riscos de vida e causando uma grande histeria. Com isso, os programas de pesquisas nos tempos atuais são extremamente importantes para que seja possível evitar e prever grandes epidemias, diminuindo o prejuízo causado.
Outro aspecto a ser avaliado é que grandes crises após serem superadas ensinam grandes lições, possibilitando a evolução dos seres humanos. Por isso, o filme “O ensaio sobre a cegueira” revela uma doença que deixava as pessoas cegas por um período de tempo e rapidamente se espalhou por toda cidade, a única forma da população solucionar esse mistério foi trabalhando em conjunto e deixando o desespero e egoísmo de lado. Dessa forma, não só entender que crises foram feitas para serem superadas, mas também trabalhar em equipe pode ajudar a salvar vidas em momentos difíceis.
Portanto, o Ministério da Saúde, através de leis de incentivo a pesquisa, deve criar campanhas de conscientização para população e investir mais dinheiro no setor científico, proporcionando mais descobertas em relação a possíveis novas doenças e prevenindo toda população de grandes epidemias. A fim de contribuir com uma situação difícil, essas medidas deverão ser executadas para solucionar o problema.