Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 17/10/2020
A Constituição Federal, de 1988, prevê a todos os cidadãos o direito a habitação, informação e á saúde. No Brasil, entretanto, a falta de mobilização do Estado permitiu o aumento de epidemias e a histeria coletiva da população, o que representa uma afronta direta a condição humana. Nesse sentido convém a analise das principais causas e possível medida relacionada a essa problemática.
Como primeira causa desse fator, percebe-se a ineficiência do governo em divulgar notícias necessárias sobre o aumento de doenças. De acordo com o filósofo iluminista john locke, É dever do Estado proteger e expandir os direitos de todos os cidadãos. Porém, ao analisar a pouca atuação do Brasil na divulgação de notícias básicas sobre saúde, percebe-se que o estado negligência a garantia a informação. Dessa forma, é inaceitável um pais com alta taxa de tributos, o Governo não exerça de forma eficaz garantias fundamentais de informação.
Além, do pouco incentivo financeiro do Governo Federal e á falta de equipamentos em hospitais públicos dificulta o tratamento da população infectada por essas novas doenças. De acordo com o filósofo estadunidense Ralph Waldo Emerson, a maior riqueza é a saúde. Nesse sentido, o bem mais importante que o governo deveria assegurar é a vida saudável de seus cidadãos, o que não ocorre pela pouca porcentagens de investimentos e hospitais públicos.
Portanto, para que as prescrições constitucionais não sejam apenas teóricas, Mas se tornem medida práticas, é necessária uma ação mais engajada do Estado. Assim, O Governo federal deve promover ações de conscientização e cuidado, por meio do Ministério da Saúde, com comerciais que informe o procedimento, informações e cuidados básicos a se fazer nesses casos de epidemia, com isso, haverá uma diminuição do número de infectados por essas novas doenças.