Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 05/11/2020
No Brasil, em março de 2020, a proliferação da doença do covid-19 causou preocupação e um exagero de sentimentos emotivos em toda a população. Consoante a isso, as epidemias modernas e a histeria coletiva ainda são realidade na sociedade, seja pela negligência governamental, seja pela falta de informação referente ao assunto.
Em primeiro lugar, a negligência governamental é a principal causa para a eclosão desse fator. A esse respeito, o filósofo Zygmunt Bauman, na teoria Instituição Zumbi, declara que algumas entidades perderam a sua função social, mas mantiveram a sua forma. Assim, o Governo se mantém inerte perante a inexistência de aplicação qualificada e eficiente nos setores sociais brasileiros. Isso demonstra a necessidade de uma política pública eficiente para reverter as indiligências existentes no país.
Além disso, a falta de informação é um fator importante a ser discutido. Em 1904, no contexto da Revolta da Vacina, alarmou-se as notícias que não apresentava fatos verídicos referente a imunidade artificial. Dado que as informações falsas contribuem com a desinformação populacional e posicionamentos errôneos no território nacional. Portanto, é necessário alertar aos cidadãos da importância de averiguar as notícias antes do compartilhamento.
Em síntese, é urgente que essa situação deixe de existir na contemporaneidade brasileira. Para tanto, o Governo Federal deve, por meio de verbas governamentais, investir nos setores sociais em negligência para amparar a população do país, como também precisa, mediante dos meios de comunicação, informar a população com as notícias verídicas para impedir a reprodução dos relatos falsos no território brasileiro. Dessa forma, as ações governamentais será importante para impossibilitar a proliferação das epidemias.