Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 17/11/2020
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, nós temos o total direito à saúde e ao bem-estar social. Por consequência da falta de informação, as epidemias virais estão em acelerado crescimento no Brasil. Nesse sentido, o aumento do número de afetados e de mortos por conta dessas epidemias devem ser analisados a fim de minimizar os impactos ocasionados neste cenário. Ademais, é essencial ressaltar a falta de investimento na busca de vacinas, bem como o despreparo da população diante de tal problema.
É primordial ressaltar que as epidemias virais no Brasil derivam da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que reprimam tais ocorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Nota-se que, devido à falta de atuação das autoridades, foram realizados grandes cortes financeiros na área da educação nos últimos anos, retrocedendo todas as descobertas feitas a respeito do combate desses vírus por meio de vacinas. Como consequência, o crescimento de pessoas afetadas é diário e até o momento irredutível.
Em decorrência disso, observa-se também o despreparo da população como promotor do problema. Constata-se que, de acordo com o G1 mais de noventa mil pessoas já foram aos hospitais e postos de saúde com suspeita de dengue em 2020. Partindo desse pressuposto, as pessoas devem buscar formas de eliminar possíveis locais onde os mosquitos podem depositar seus ovos e conscientizar parentes e vizinhos a fazerem o mesmo, diminuindo assim a taxa de disseminação do vírus.
Portanto, medidas devem ser efetivadas a fim de mitigar a contaminação por essas epidemias virais. Desse modo, cabe ao Estado aumentar a verba no que diz respeito a saúde do povo brasileiro, para, dessa forma, incentivar a pesquisa na busca e criação de vacinas eficazes no combate a esses vírus. Contudo, cabe também aos sistemas de saúde pública enviarem mais profissionais e com mais frequência às residências, para verificar e informar como deve ser feito o descarte e o tratamento da água no caso de haver ou não larvas dos mosquitos, garantindo uma melhor qualidade de vida e saúde aos cidadãos brasileiros.