Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 30/03/2021
No mundo contemporâneo, várias epidemias assolaram a população mundial, como o ebola, a dengue, o H1N1, entre outras, mas nenhuma trouxe tanto pânico quanto o extraordinário corona vírus, sinônimo de medo nos dias de hoje. Essas epidemias, por serem normalmente contagiosas e apresentarem riscos à saúde, aliadas à disseminação de notícias falsas, causam uma histeria muito grande na população, tornando-se mais prejudicial por ser gatilho de doenças psicológicas como ansiedade, depressão e suicídio.
Primeiramente, vale destacar que muitas pessoas que ficam constantemente pensando na doença, com medo de ser infectado e pensando nas piores hipóteses, têm um grande risco de desnvolverem ansiedade em níveis altíssimos. Esse transtorno traz problemas como a perca de produtividade no trabalho e insônia, segundo pesquisas realizadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde), o que acaba por refletir negativamente na vida social dos indivíduos.
Na sequência, pode-se observar que as taxas de suicídios aumentaram singnificativamente em virtude do isolamento social e do desespero inconsequente causado pelo covid-19. A falta de contato com outas pessoas, a quebra da rotina e o desemprego levaram muitas pessoas à depressão, e a falta de assistência para essas pessoas, em vários casos, resultou na perca de esperança em viver. A taxa de suicídio feminino do Japão aumentou mais de 70%, em comparação com o mesmo mês do ano anterior, afirma pesquisa do jornal G1.
Por fim, para que esse problema seja resolvido, é necessário que o governo lance campanhas de conscientização da importância da vida de cada cidadão para que diminua os casos de suicídio, além de liberar verba para a distribuição gratuita de remédios anti-depressivos em fármacias públicas.