Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 30/03/2021
Tendão de aquiles do XXI
A Constituição Federal de 1988. documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito a saúde como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a ação do Estado sbore as epidemias e seus desafio relacionados à histeria coletiva, dificultando deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o avanço de pandemias. Nesse sentido, é destacável a má atuação do governo a respeito da epidemia do covid-19, pois o Governo Federal não adiantou a compra de vacinas necessarias para a população, assim se gerou uma maior proliferação do vírus, e acarretou em uma histeria das pessoas, sobre vagas em hospitais. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a saúde, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a queda da econômia como impulsionador da histeria da população no Brasil. Segundo oo IBGE, a econômia brasileira recuou 4,8%, devido ao desemprego gerado pela epidemia. Por certo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Estado, por intermédio do Ministério da Saúde, intencifique a produção interna de vacinas, atualmente contra o covid-19, melhore o saneamento básico e divulgue medidas para evitar disseminação por meio das redes sociais, com a finalidade de controlar a epidemia. Assim, se consolidará uma sociedade mais saudável, onde o Estado desempenha corretamente o seu papel.