Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 31/03/2021
Hodiernamente o mundo está passando por uma grande pandemia, devido ao vírus COVID-19. Porém, não è de hoje que o mundo vem enfrentando epidemias. Convém frisar, que entre 1346 e 1353 a pandemia de Peste Bubônica aterrorizou a Europa e matou quase um terço da população do continente. Tal problemática ocorre devido ao fato do aumento da demanda de carne para o consumo humano e também, pela falta de saneamento básico, hábitos de higiene precários, condições climáticas. Fica evidente que esses são alguns dos fatores que favorecem o aumento de casos de uma doença. Dessa forma, fica claro que a sociedade deve abordar cada vez mais o tema sobre epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva.
Primordialmente, deve-se enfatizar que os vírus são os microorganismos mais propensos a gerar pandemias, pois estão mais adaptados a pular de uma espécie para outra. Desse modo, o aumento da demanda de carne para consumo humano, pode ser uma das grandes causas para o início de uma contaminação, visto que muitos animais de diferentes espécies, como cobras, porcos e morcegos são confinados vivos e abatidos em um local, onde carnes e sangues se misturam. Sendo assim, nesse ambiente a interação dos vírus è maior, aumentando as chances de um deles conseguir infectar humanos.
Em segundo momento, convém ressaltar que outro exemplo de fator que determina o surgimento de epidemias são as condições sanitárias, que podem ampliar o risco de transmissão de doenças. A cólera, por exemplo, pode ser transmitida pela ingestão de água ou alimentos contaminados. Cabe frisar também, que as epidemias surgem na contemporaneidade com mais facilidade em razão do rápido trânsito de pessoas, as quais podem levar uma doença de uma região para outra, fazendo com que ocorra uma histeria coletiva. Vale salientar que os desafios dessas epidemias são absurdas, como, por exemplo, a economia sofre um grande retrocesso, toda população entra em colapso, o comércio desaparece, os hospitais ficam superlotados. Além disso, milhares de pessoas acabam morrendo.
Em síntese, baseando-se nas epidemias e seus desafios relacionados a histeria coletiva, urge a necessidade de o estado intervir com medidas para controlar a propagação dos vírus, como, por exemplo, garantir o isolamento social. Cabe também ao governo em parceria com o Ministério da Saúde fechar as fronteiras, para que ninguém saia e entre no país, a mídia deve fazer campanhas para conscientizar as pessoas usarem máscaras, álcool em gel. Por fim, os profissionais da saúde devem elaborar médias profiláticas, tomadas para evitar a disseminação e contaminação entre as pessoas, exemplificadamente, não coçar os olhos, sempre lavar e higienizar as mãos, evitar andar descalço.