Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva
Enviada em 25/04/2021
Segundo o site ‘‘Conexa Saúde’’, cerca de 18,6 milhões de brasileiros são afetados pela ansiedade. Diante disso, é possível afirmar que os números de transtornos mentais podem piorar diante da histeria coletiva em epidemias comtemporâneas, sendo importante atentar-se em situações delicadas como a de epidemias.
Em adição, o Brasil é um país que sempre esteve vulnerável a epidemias desde o primeiro contato com os portugueses. Como exemplo, é possível citar a primeira epidemia de varíola, que ocorreu em 1563, afetando os indígenas que contrairam a doença através do contato com os portugueses. Doenças como dengue, febre amarela, correm um alto risco de se tornarem epidêmicas novamente, devido a alta taxa de propagação de doenças infecciosas.
Assim como em meio à pandemia do Corona vírus, o Brasil já ultrapassou mais de 900 mil casos de dengue no ano passado, tornando-se um grande risco de se tornar epidêmica e gerar uma nova histeria coletiva. Ultimamente, tem sido enfrentado várias histerias, consequência da COVID-19. Por conta disso, caso surja uma nova epidemia, será uma ameaça às pessoas que têm ou estão pré dispostas a adquirirem transtornos ligados ao estresse, como por exemplo a ansiedade e o TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo).
Ademais, a mídia e a imprensa brasileira são umas das maiores responsáveis pela propagação de informações falsas. Logo, torna-se difícil combater e deixar as pessoas informadas sobre as doenças. Pessoas que não têm conhecimento sobre o assunto, acabam se deixando levar por informações falsas e por consequência ficam mais preocupadas e ansiosas, combatendo e prevenindo-se de forma errada, gerando histeria e, consequentemente, aumentando a disseminação da doença.
Por conseguinte, diante dos constantes problemas enfrentados pela população, é preciso que a OMS ( Organização Mundial da Saúde) juntamente com o governo tomem medidas cabíveis, tais como a apresentação de informações sobre a doença enfrentada em questão, por meios televisos, programas curtos dedicados ao incentivo e disseminação de informações importantes, propagandas, campanhas e folhetos entregues pelo SUS (Sistema Único de Saúde), com o intuito de conscientizar a população, para que saibam como lidar e se proteger. Com isso, haverá colaboração por parte de todos, facilitando o combate à doença.