Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 25/04/2021

Nas últimas décadas, muitas epidemias ocorreram pelo mundo, no Brasil, por exemplo, houve surtos de dengue, no qual o mais atual teve início no ano de 2019. A ocorrência de tais doenças necessitam de tratamentos específicos que vão de simples medicamentos, tratamento do saneamento básico nos locais infectados bem como distanciamento social, o qual pode acarretar em problemas mentais por conta do medo e da necessidade de interação com outras pessoas, gerando, muitas vezes, uma histeria coletiva.

Primeiramente, destaca-se a causa de muitas enfermidades que se tornaram epidemias, a exemplo da dengue, transmitida pelo mosquito aedes aegypti, que se reproduz em lugares úmidos e de água parada. A falta de tratamento de esgoto, os entulhos e lixo nas ruas são brechas para a proliferação do mosquito e, consequentemente, o aumento do número de pessoas infectadas.

Certamente, quando anunciado o início de uma epidemia, o medo entre os cidadãos aumenta e a busca por formas de se proteger e tratar a doença cresce  igualmente, porém esse pavor extremo pode ocasionar doenças mentais como a ansiedade e a síndrome do pânico, se tornando então uma dificuldade comúm. A falta de educação emocional também é um dos motivos que pode agravar esses problemas, pois, uma pessoa com um psicológico forte e preparada consegue manter e acalma e se tratar da melhor maneira.

Em virtude dos fatos mencionados, com uma intenção de ter uma população mais preparada emocionalmente, o Estado junto ao Ministério da Saúde devem abordar, por meio de palestras públicas, projetos nas escolas, disponibilidade de psicólogos para a população de forma gratuita, assim como comerciais de televisão e nas redes sociais, a necessidade da educação emocional e do cuidado com o saneamento básico e a higiene pessoal para a contenção de epidemias e de histerias globais,  garantindo, assim, uma sociedade mais saudável, não só fisicamente como também psicologicamente.