Epidemias contemporâneas e seus desafios relacionados à histeria coletiva

Enviada em 19/05/2021

A Peste Negra é tradicionalmente conhecida por ter dizimado, pelo menos, cerca de 1/3 da coletividade europeia. Nesse contexto, o alerta ao coronavírus que está se disseminado mundialmente, gera aflição no âmbito econômico, social e, por tabela, escolar, uma vez que toda a sociedade é obrigada a entrar em isolamento social para a prevenção contra esse grau de agrura e diminuir o avanço do vírus. Nesse sentido, nota-se um contexto de mazela que gera desigualdade social, aumento do descontrole da economia e, sobretudo, do psicológico.

Essa assertiva deriva, em especial, da pífia ação do Poder Público nessa área. De acordo com o Portal de Notícias G1, a Organização Mundial do Comércio (OMC) prevê que o comércio global recuára em até 32% neste ano. Nessa perspectiva, o Governo brasileiro pena com uma indiferença na preparação contra esse tipo de causa natural em paridade a outros países, como a China que construiu um hospital de 1000 leitos em 10 dias. Com isso, percebe-se que o Brasil acarreta mais efeitos dessa pandemia, haja vista, o aumento do desemprego e a elevação da pobreza, na qual diversos indivíduos padecem com a indiferença social no âmbito econômico para suporta essa mazela. Logo, mostra-se um Estado ineficiente nessas conjunturas.

Por sua vez, outro vetor dessa temática é a vulnerabilidade dos futuros profissionais. Sob esse viés, o G1 aponta que alguns alunos de escolas públicas do país convivem com ausência de merenda, internet e local para estudar em tempos de epidemias, assim, é relevante uma disparidade social com esses indivíduos que daqui poucos anos estarão no controle econômico, midiático, escolar, etc, na qual penam de precaridade nessa esfera. Dessa maneira, percebe-se mais uma vez o descomunal impacto de epidemias no olhar coletivo mostrando o quão longíquo está o Brasil em lapidar essas mazelas. Dessa forma, quando as autoridades se eximem de sua função, em especial, a sociedade colhe o azedume.

Infere-se, portanto, que, nessa problemática, o Estado deve intensificar os investimentos nessa área, por meio de verbas destinadas para essa agrura, ampliando os hospitais e postinhos de saúde, a fim de barrar o percurso de todo o caos. Ademais, o ohar coletivo precisa tonificar a tarefa de discussão acerca dessa esfera, por intermédio de palestras educativas e, por extensão, documentários inseridos nessa causa, com o fito de fomentar a consciência coletiva. Desse modo, para que ocorridos como o da Peste Negra sejam apenas fatos históricos.