Esporte e cidadania na sociedade brasileira

Enviada em 12/09/2019

Na Constituição brasileira de 1988, baseada nos direitos humanos se tem a disponibilidade da prática do esporte como auxiliador das ações da cidadania. Embora o proposto na Carta Magna seja ainda um modelo utópico em uma parcela da sociedade, é lamentável a ineficiência da gestão em não promover a união da prática esportiva e a cidadania nos centros escolares, refletindo o baixo índice da utilização do seu direito na sociedade pela falta de conhecimento jurídico.

Em primeira análise, o professor de educação física da Universidade de São Paulo, Carlos Tavares, informa que é essencial a aplicação de tarefas que colaborem para o ensinamento dos direitos e deveres dos indivíduos em convívio social. Nessa perspectiva, é notório a ausência de investimentos nos setores sociais que promovam a formação social dos jovens, tornando-os cada vez mais alienados dos direitos sociais. Assim, ocorre a falsa ilusão de seguridade social dentro do cenário brasileiro, marcado pela omissão da informação diante do Estado.

Em uma perspectiva secundária, a falta de compreensão dos benefícios compromete o exercício da cidadania, em consonância com a revista Veja. Diante essa realidade, é alarmante a falta de incentivo para auxiliar a população a usufruir as vantagens garantidas pela a Constituição do Brasil, tendo-a apenas como uma realidade onírico. Logo, é preocupante a formação das futuras gerações que estarão alienadas caso não haja modificação nas atitudes que estão sendo tomadas.

Portanto, frente à essas adversidades, é urgente, a ação das escolas na formação educacional de maneira que una o esporte com a cidadania, por meio da prática de colaboração e interação que ajude na fixação dos direitos e deveres permitidos, transmitindo os princípios básicos para convivência social, para que possa modificar o atual momento de alienação e de desinformação dos brasileiros. Além disso, é cabível o apoio da mídia na divulgação das medidas sociais, com uso dos telejornais e novelas, para assim difundir o conhecimento, e assim, ampliando a participação popular.