Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 18/10/2019
Estabelecido pela Organização das Nações Unidas(ONU), em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a um padrão de vida adequado. Entretanto, a falta de infraestrutura interfere diretamente na garantia desse direito. Desse ponto de vista, a pouca de prática esportes impossibilita que uma parcela da população tenha, efetivamente, uma qualidade de vida regular, algo horrível e inaceitável.
Certamente, a educação é um dos principais fatores para o desenvolvimento de um país. Hoje em dia, ocupando a oitava maior economia mundial, conforme o Ministério das Relações Exteriores, seria coerente acreditar que o Brasil possui infraestrutura para treinos esportivos. Apesar disso, na prática, acontece justamente o oposto, refletindo em poucos praticantes de esportes. Segundo a Globo, portal de notícias, pouco mais de 26% das escolas públicas possuem quadras esportivas. Diante de tal informação, é necessário a criação de quadras para aumentar o números jovens que praticam esportes.
Outrossim, pode-se ainda, destacar o baixo número de indivíduos que fazem atividades físicas como agravador para os baixos investimento em quadras ou estruturas. De acordo com Paulo Freire, filósofo brasileiro, “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco se muda”. Nesse contexto, caso não ocorra o ensinamento para prática de esportes e também não seja ensinado os pontos positivos, os indivíduos nunca irão mudar e serão prejudicados.
Dessa forma, portanto, é inadiável que se resolva o problema de infraestrutura para a prática de esportes, necessita-se, urgentemente, que o Governo envie capital que, manuseado pelo Ministério da Educação, venha a ser usado para criação de quadras, por meio de parcerias nas escolas com o slogan “Venha praticar” mostrando a importância dos esportes e trazendo novas quadras. Destarte, o Brasil poderia aumentar o número de esportistas e garantir o direito estabelecido pela ONU.