Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 20/10/2019
Na antiguidade Grega, o papel do esporte era fundamental para a integração cultura e social, daquela época. Pressuposto a isso, o esporte inspirado na mitologia grega, efetivou um marco inicial no calendário grego, além de inúmeras esculturas para os heróis imortais. No Brasil atual, observa-se um potencial para a integração do esporte como ferramenta de promoção da cidadania. Apesar do papel crucial do esporte, a efetivação de fato não ocorre, seja por dificuldades sociais ou governamentais.
Em primeiro plano, o esporte na sociedade brasileira cumpre de forma digna a função cidadã. Segundo Adolf Hitler, político e líder partidário alemão, a batalha esportiva e nobre desperta as melhores virtudes humanas, ajuda a unir os países no espírito de paz; Por isso a tocha olímpica jamais deveria morrer. Inegavelmente, a implementação do esporte é fundamental para a construção de valores como respeito, hierarquia e coletividade. Além disso, é um instrumento de protesto e causa cidadã e um escape para o estresse contemporâneo. No entanto, ainda hoje, essa função social do esporte encontra desafios, o que deve ser repudiado, a fim da concretização da integração cidadã.
Em segundo lugar, os desafios por parte da negligência governamental e a pouca visibilidade social do esporte como lazer, passa longe da situação análoga da Grécia antiga. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), 26,8% das escolas públicas, no ensino fundamental, possuem estruturas para efetivação dos esportes, enquanto nas escolas particulares apenas 57,5% possuem estruturas adequadas. Conforme essa situação, a falta de investimentos e consequentemente da infraestrutura nas escolas, levam ao pensamento retrógrado que o esporte no Brasil é uma forma de carreira. Por conseguinte, o crescente preconceito cultura e o foco excessivo no futebol, ajuda para a pouca visibilidade a prática esportiva e a implementação da violência entre os jovens nos bairros periféricos.
Urge, portanto, que para combater o preconceito cultural do esporte ser visto como lazer e não como uma carreira, o governo deveria integrar campanhas midiáticas, para incentivar a prática esportiva. Ademais, o Ministério da Educação adjunto com o Ministério do Esporte, deveriam integrar-se a fim de estimular a cultura esportiva escolar. Além disso, deveria redirecionar ao Ministérios da Educação, verbas para a concretização de eventos esportivos, com o intuito da maior integração social e cultural, pensamento antes visto na antiguidade grega. Só assim garantiremos a sociedade brasileira, um país harmonioso, no que condiz ao esporte e cidadania.