Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 23/09/2020
Em civilizações antigas a pratica de esportes variados acomete diferentes sentidos, como por exemplo os Incas, que os realizavam no intuito religioso. No Brasil, o esporte é tido como uma forma de inclusão, porém com a negligencia do estado associado com o fator financeiro acentua a ilusão da cidadania ligada ao esporte. Nesse sentido é válido salientar os problemas vinculados a ele.
Em primeiro plano, é claramente visível que a condição financeira age como uma agente de exclusão desde a compra dos equipamentos a participação de esportes mais distantes como a esgrima e canoagem. Desse modo, com a baixa renda mensal e com os altos preços para esse mundo esportivo acaba sendo inviável para algumas famílias.
Ademais, a inclusão deve começar nas escolas com quadras poliesportivas, que foge da realidade, com condições dignas para o aluno e professor. Nesse sentido, segundo o Censo Escolar 2015 de seis a cada dez escolas não contam com quadra para a prática do esporte, em números percentuais chega a 65,5% dos colégios. Ou seja, a desatenção e o abandono da educação reflete integralmente no esporte.
Portanto, para uma qualidade de vida melhor e que se compra a cidadania é necessário que o Ministério da cidadania em parceria com ONGs voltadas para a área esportiva promovam a participação das crianças em esportes variados por meio de bolsas escolares. Outrossim, que o Ministério da Educação disponibilize espaços adequados para a prática esportiva nas escolas no intuito auxiliar as famílias. Pretendesse por meio dessas ações que, a inclusão seja eficaz e ensinando aos jovens a resolverem seus conflitos de forma pacífica controlando os seus impulsos contrários.