Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 25/09/2020
Na Grécia antiga, os jogos olímpicos reuniam várias cidades com o propósito de cultuar o deus Zeus e entretenimento nos estádios com as performances dos atletas. Atualmente, os jogos olímpicos incorporam outras práticas esportivas, além da presença feminina e de deficientes nas paraolimpíadas. No Brasil, o desporte tem grande ação transformadora na sociedade, mas devido à falta de investimentos e ampliação de outras práticas, perde-se grande oportunidade para a prática da cidadania.
Primeiramente, meios que dificultam a propagação do esporte é a falta de espaços públicos ou manutenção desses. Nesse impasse, bairros carentes e afastados dos centros urbanos raramente há alguma obra pública para o lazer dos moradores e possível descoberta de talentos. Dessa maneira, o termo cidadania não se aplica, uma vez que, o direito ao lazer não se concretiza na realidade de muitos.
Além disso, a inclusão de deficientes muda a qualidade de vida da pessoa e apoio à família. Como exemplo, o Judô, arte marcial corpo a corpo, trabalha com disciplina, respeito ao próximo e desempenho físico, auxilia para a inclusão e consequentemente, a distração da atividade física pode melhoras a autoestima e livrar de doenças como a depressão e ansiedade. No entanto, o incentivo esportivo para deficientes tem pouca ação estatal, sendo supridas por ONG’s e organizações filantropas.
Portanto, fica evidente a necessidade de melhorias para práticas esportivas de cunho cultural e de inclusão. Nesse propósito, o Ministério do Esporte deve propor projetos civis para a construção de espaços de lazer com quadras poliesportivas destinado ao grande público e qualificação de profissionais para atendimento comunitário as escolas e ONG’s, propondo levar o ensino da educação física e prestar serviço as diferentes condições de cada atleta. Dessa forma, será possível garantir a inclusão e exercício da cidadania.