Esporte e cidadania na sociedade brasileira

Enviada em 20/11/2020

Em inúmeros povos antigos, os esportes eram praticados sobre vários princípios. Tendo como exemplo, os Incas enxergavam os esportes como algo divino. No Brasil, o esporte é como uma ferramenta para inclusão social, mas é totalmente diferente das antigas civilizações, dado que as condições financeiras incluindo a desatenção do Estado, fortalecendo a cidadania do esporte. Assim, vamos explorar alguns problemas que causam o problema.

Na primeira análise, é possível compreender as situações financeiras como um motivo de exclusão social. Nota-se que mesmo em clubes de esportes das quais simplesmente o dinheiro autorize o acesso, como polo, esgrima. Além disso, o momento de fazer esporte um meio de vida no Brasil, entre contradição dos sistemas que privilegia o futebol em relação as outras modalidades e os fatores relacionados ao dinheiro enfrentados por alguns atletas de baixa renda para conseguir jogar nacional e internacionalmente.

Nesse aspecto, várias pessoas não conseguiram achar possibilidades para a capacidade esportivas. O sociólogo Zygmunt Bauman considera que os jovens vivem em uma modernidade líquida. Hoje em dia, os princípios mudam, por exemplo, os jovens preferem jogar videogame do que ter saúde, na qual afasta o ser humano do modo social.

Portanto, na visão do Brasil, a falta de inserção administrativa e social no esporte é um problema que precisa ser resolvido. Para tanto, o Ministério da Cultura e as organizações não governamentais ligadas ao esporte (como o “Programa Esporte para Todos”) devem atuar através de políticas sociais para levar a educação física às escolas públicas e comunidades carentes. Além disso, o incentivo a outras atividades recreativas, como natação, vôlei e “jiu-jitsu”, por meio da contratação de professores que atuam em escolas públicas e comunidades carentes, reduzirá muito os índices de criminalidade e os dados da UNESCO. . Portanto, a cidadania esportiva se tornará um campo mais participativo e democrático.