Esporte e cidadania na sociedade brasileira

Enviada em 30/11/2020

Promulgada pela Organização das Nações Unidas em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante os direitos sociais dos cidadãos contribuindo para a sua qualidade de vida. Desde então, o esporte e a cidadania na sociedade brasileira passam por esferas que abrangem a desigualdade social e a falta de estrutura para a prática de exercícios.

De início, deve-se analisar que de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a desigualdade social no Brasil afeta a prática de esportes da população que vive em comunidades carentes e afastadas dos grandes centros. Nesse sentido, as crianças e os jovens não têm acesso a atividades físicas ocasionando sedentarismo e doenças relacionadas, como a obesidade. Ademais, as oportunidades no setor esportista levam os jovens a terem uma maior expectativa de vida e não entrar para a criminalidade, pois estarão ocupados se dedicando aos treinos.

Outrossim, no sexto artigo da Constituição Federal Brasileira está inserido os direitos sociais da população, como o esporte, garantindo constitucionalmente a sua prática. No entanto, nas escolas públicas e nos conjuntos de habitação populares faltam estruturas como quadras e espaços públicos para a realização dessa atividade. Como consequência é prejudicada a inserção dos jovens neste âmbito, privando-os de realizar os exercícios.

Em suma, o governo federal através do Ministério do Esporte, deve incentivar a atividade física nos bairros afastados, por meio da construção de quadras nas escolas públicas que proporcionem para os jovens melhores condições de vida, para que dessa maneira, a cidadania possa ser cumprida em toda sociedade.