Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 13/02/2021
Nelson Mandela diz que o esporte é a língua que todos entendem, e por isso ele pode ser aproveitado para auxiliar em diversas pautas. Por meio dele, torna-se possível conciliar diversão, disciplina e interação social, lado a lado com o aprendizado. É visto também como uma ferramenta que pode mudar vidas, seja o esporte na periferia, seja como inclusão para deficientes. Fica evidente, portanto, que é imprescindível explorar a fundo essa vertente para que os benefícios por ela dado possam ser usados.
As periferias brasileiras são um cenário propício para o crescimento e provavél envolvimento no crime, e isso se torna realidade e uma opção para as pessoas, principalmente jovens, que ali vivem ou por muitas vezes, a única saída que eles encontram. O esporte é inserido nessa realidade, com o objetivo de mudar o destino de muitos, fazendo com que se crie uma paixão por esse passatempo. A finalidade é que para as crianças isso se torne um sonho que possa ser conquistado, abrindo portas diferentes das que já são ofericidas para elas. Tem-se como exemplo o jogador Gabriel Jesus, que pode ser visto como inspiração, já que ele viveu essa mesma história e viu no futebol uma oportunidade de traçar um destino diferente para sua vida.
Diante esse assunto, torna-se viável considerar também a questão das pessoas que são portadoras de deficiências físicas, qualquer que seja ela. Esses indivíduos convivem diariamente com o olhar de pessoas que os julgam incapazes, inferiores e sofrem com esse capacitismo, que é a discriminação de cidadãos deficientes. O esporte entra nesse contexto com a finalidade de exercer um papel inclusivo e propiciar que essas pessoas se sintam capazes, vencedoras. Seja por meio de basquete, judô, capoeira, cada um desses, ou outros, tem a capacidade de agregar muita aquisição de conhecimento e melhoras motoras ou psíquicas.
Desse modo, fica evidente a importância do esporte, uma prática tão simples e quase sempre tratada apenas como entretenimento, mas que se encarada com importância social, pode mudar vidas. Fica como dever do Estado promover projetos sociais em escolas e periferias para que o esporte afaste as crianças da criminalidade, assim também é possível descobrir novos talentos. O Ministério da Educação também deve garantir que haja profissionais capacitados para assistir pessoas deficientes e promover atividades adaptadas que atendam a todos. Assim o Brasil pode se tornar um país mais ativo e juntamente, solucionar problemas sociais.