Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 26/08/2021
De acordo com o artigo 217 da Constituição de 1988, o estado tem a responsabilidade de promover as atividades esportivas formais e informais e de proteger a cidadania por meio do esporte. Porém, não é o que se observa na realidade atual, devido à desigualdade social, como as pessoas ainda não conseguem realizar esportes diferenciados e condições desiguais.
Nas perspectivas, é importante lembrar que os canais instáveis afetam principalmente como pessoas com mobilidade reduzida, que acabam por não conseguir obter as condições de lazer e crescimento, não só pela deficiência, mas também por não terem acesso a infraestruturas bem equipadas. Na prática desse esporte é uma evidência do desconhecimento e da retirada da cidadania dessas pessoas.
O escritor Darcy Ribeiro afirmou que “O Brasil, último país a abolir a escravatura”, tem um legado negativo que permite à classe dominante gozar de mais direitos, agravando assim a desigualdade. A cidadania ainda é restrita porque, na sociedade de hoje, os mais pobres não têm garantia de acesso às oportunidades de lazer. Quando o fazem, estão nas escolas, geralmente sem qualquer apoio estrutural e profissional, e não podem utilizar o esporte como meio de formação da cidadania.
Com base nas informações acima, fica claro que maiores incentivos e estruturas são para dar às pessoas a oportunidade de praticar esportes para garantir a cidadania. Por isso, o Ministério da Educação investe na construção de quadras esportivas nas escolas para difundir o lazer entre os cidadãos. As ONGs também devem promover atividades esportivas para ampliar a participação do cidadão, só assim será possível garantir esse direito na Constituição Federal.