Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 26/08/2021
Em várias civilizações antigas, a prática esportiva é acometida sobre os mais variados conceitos. Os Incas, por exemplo, viam o esporte como um ato de adoração divina. Já os Grego, por vez, como uma celebração das estações do ano. No Brasil, o esporte é tido como ferramenta de inclusão social, todavia o atual cenário do país, torna-se totalmente distópico daquele retratado nas civilizações antigas, uma vez que o fator financeiro somado a negligência do estado, corroboram para acentuar a ilusória cidadania-desporte. Nesse sentido vale analisar os fatores que contribuem para essa problemática. Em primeira análise é possível perceber a condição financeiro como um agente de exclusão social. Isso se nota, tanto em espaços como clubes esportivos, quanto em atividades das quais somente o dinheiro permiti o acesso, como a esgrima, a canoagem e o polo. Além disso, a oportunidade de fazer do esporte um meio de vida no Brasil, entra em contradição em relação a arquitetura “monoesportista” que prioriza o futebol em detrimento de outros esportes, assim como o fator financeiro que alguns atletas de baixa renda enfrentam para se sustentar e competir nacional e internacionalmente. Em primeira análise é possível perceber a condição financeiro como um agente de exclusão social. Isso se nota, tanto em espaços como clubes esportivos, quanto em atividades das quais somente o dinheiro permiti o acesso, como a esgrima, a canoagem e o polo. Além disso, a oportunidade de fazer do esporte um meio de vida no Brasil, entra em contradição em relação a arquitetura “monoesportista” que prioriza o futebol em detrimento de outros esportes, assim como o fator financeiro que alguns atletas de baixa renda enfrentam para se sustentar e competir nacional e internacionalmente. Depreende-se, portanto, que no Brasil, a falta de inclusão administrativa e social no esporte é um problema a ser combatido. Para tanto, o Ministério da Cultura, juntamente de ONGs ligadas ao esporte, como o Projeto Esporte para Todos, devem atuar por meio de políticas sociais que levem a educação esportiva para escolas públicas e comunidades carentes. Além disso, incentivar outras atividades lúdicas, como natação, vôlei e jiu-jitsu, por intermédio da contratação de professores que atuem tanto em estabelecimentos de ensino público, quanto em comunidades carentes, diminuiria drasticamente os índices de criminalidade, assim como nos dados da Unesco. Dessa forma, a cidadania esportiva, torna-se-ia um campo mais participativo e democrático.