Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 31/08/2021
Sob a perspectiva histórica, o futebol foi habilitado no Brasil por volta do século XIX, por Charles Miller, restrito a pessoas com muitos recursos. Negros e pobres não tinham o direito de praticar esse esporte. Atualmente, de 38 milhões de praticantes de esportes no Brasil, 39,3 por cento, praticam futebol (fonte - IBGE), um dos esportes até então mais praticados pelos Brasileiros, foi oferecido com grande preconceito na sociedade, presentemente, junto com outras modalidades esportivas vem sendo um grande contribuinte para a cidadania, auxiliando a introdução de jovens carentes ao corpo social. Como muitas iniciativas e sociais sociais, a forma como o esporte é introduzida acarreta alguns problemas.
“Sucesso não é acidente, é trabalho duro, perseverança, sacrifício e, acima de tudo, amor pelo que você faz ou esta aprendendo a fazer” - PELÉ. Como a frase a cima destaca, o sucesso vem de uma junção de vários fatores, mas muitas vezes, esses fatores não são suficientes, em muitos locais com uma população carente, que são abandonadas pelo governo, faltam oportunidades para quem se sente esquecido por todos , desfavorecidos pelo quisito, dinheiro, fator que separa pessoas com talento e oportunidades de pessoas com talento sem oportunidade alguma. Parando para analisar, a evolução ao decorrer da história não foi tão discrepante, ainda se veem grandes traços do mesmo preconceito do século XIX.
Como diz a música 2 de junho de Adriana Calcanhotto “No país negro e racista”, o país com tantas pessoas negras e pobres é o país que mais despreza pessoas, são imposta leis no parlamento, mas na prática como pessoas protegidas com a injustiça , desde as raízes da fundação de nossa pátria a desigualdade reina e traz com ela grande injustiça.
(Arte. 227 É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito ao lazer, à profissionalização, à cultura, convivência comunitária …) É direito de todo jovem ter uma qualidade de vida digna, se uma constituição fosse devidamente respeitada, tais problemas seriam raríssimos na sociedade.