Esporte e cidadania na sociedade brasileira

Enviada em 22/10/2021

De acordo com o artigo 217 da Constituição de 1988, o estado tem a responsabilidade de promover as atividades esportivas formais e informais e de proteger a cidadania por meio do esporte. Porém, não é o que se observa na realidade atual, devido à desigualdade social, as pessoas ainda não conseguem praticar esportes com condições iguais.

Carlos Drummod de Andrade disse uma vez: “No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. Porém, no Brasil, esporte e cidadania são obstáculos para o desenvolvimento da sociedade brasileira. Porque ambos podem promover a inclusão social e combater a violência, vale ressaltar que, segundo dados da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) de 2004, pode-se dizer que existem locais de apoio ao esporte infanto-juvenil, há uma queda de 30% no índice de criminalidade a cada ano.

É possível visualizar a situação financeira como agente de exclusão social. Isso pode ser visto em espaços como clubes esportivos e atividades onde só é possível entrar pagando, como esgrima, canoagem e pólo. Além disso, a oportunidade de fazer do esporte um modo de vida no Brasil contradiz a estrutura de atletas que priorizam o futebol em relação a outras modalidades e os fatores financeiros que alguns atletas de baixa renda enfrentam para se manter e competir nacional e internacionalmente.

Portanto, o sistema do governo federal de cooperar com os estados para promover a popularização do esporte por meio do investimento em escolas de instituições, de forma a estimular os jovens e as crianças a não se tornarem péssimos adultos e torna-los cidadãos mais dignos, e consequentemente preparando jovens promissores que podem representar o país em futuras competições.