Esporte e cidadania na sociedade brasileira

Enviada em 23/10/2021

Segundo Marshall, desde 1950, em cidadania e classe social, a cidadania inclui a extensão dos direitos civis, políticos e sociais a toda a população de um país. Portanto, o artigo 1º da Constituição Federal de 1988 garante a cidadania de todas as pessoas. Porém, no que se refere à prática de atividades esportivas, elas estão intimamente relacionadas a esse princípio. Nesse caso, é necessário analisar os preconceitos dessa situação e a falta de infraestrutura de atividade física na escola.

Do primeiro ponto de vista, é importante enfatizar a discriminação na mídia esportiva. Ainda nessa perspectiva, a filósofa Hannah Arendt usa o conceito de “banalidade do mal” para apontar que o pior mal é visto como cotidiano e corriqueiro. Tendo em vista que a intolerância é generalizada, mas causa grandes prejuízos aos indivíduos no exercício de sua cidadania, entre os quais esse preconceito está relacionado à raça e ao gênero. Portanto, meios para aliviar esses problemas são necessários.

Além disso, está relacionado às hostilidades, o que evidencia a falta de estrutura das unidades de atividade física. Nesse preconceito, segundo dados do Instituto Nacional de Educação Anísio Teixeira (Inep), cerca de 25% das instituições de ensino não possuem locais adequados para essas atividades. Portanto, a falta de infraestrutura é um impasse na consolidação da cidadania por meio de atividades esportivas coletivas e individuais.

Portanto, fica claro que o papel do Ministério do Esporte é lançar campanhas na mídia, por meio de recursos governamentais, com o objetivo de conscientizar sobre os problemas causados ​​pelo preconceito e garantir a igualdade de acordo com a lei. Além disso, recursos do governo são destinados às escolas para a criação de espaços para a prática esportiva, consolidando a cidadania com base nos hábitos esportivos. Só assim será possível garantir a cidadania na atual constituição.