Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 22/10/2021
O esportismo brasileiro já é conhecido internacionalmente, tendo noção de que pessoas do exterior costumam também chama-lo de “País do Futebol”, é fato que o esporte influência direta e indiretamente na comunidade. Todavia, muitas pessoas acabam por ficar de fora desse universo físico tanto por falta de ajuda do Estado ao incapaz ou por negligenciação sobre o assunto pelos familiares.
Primordialmente é necessário entender que o esporte não é apenas um meio de lazer. Pessoas como Pelé ou Usain Bolt são ascendentes de classes pobres, conseguiram melhorar de vida graças aos esportes. Além de propiciar essa mobilidade social o esporte também ensina a competitividade e a conviver em harmonia com a comunidade, aumentando o trabalho em equipe e a liderança de várias pessoas. Além do próprio ser um meio de acabar com a discriminação e preconceito, colocando pessoas diferentes socialmente, etnicamente ou religiosamente para trabalharem juntas. Porém nem sempre isso é vivenciado por todos.
Consequentemente, pessoas deixadas fora dessa vivência podem adquirir comorbidades mentais ou físicas, tais como o sedentarismo. A incapacidade física, normalmente causa a exclusão de entidades de um meio esportivo, como cadeirantes não participam de corridas ou cegos não jogam futebol. Outro fator indispensável é a própria opinião da pessoa e de seus familiares quanto ao esporte, pensando nele como algo dispensável ou irrelevante para sua vida.
Diante isso, o Governo municipal deve garantir acessibilidade aos deficientes físicos diante as práticas esportivas por meio de vistoria e reformas públicas em praças ou campos esportivos. O ministério da educação junto ao Governo Municipal também pode incentivar as crianças e seus familiares a prática de esportes por meio de campanhas e eventos. Desse modo é possível que muitas pessoas vivam bem e sejam capazes de crescer tanto em comunidade quanto em sua vida pessoal.