Esporte e cidadania na sociedade brasileira

Enviada em 22/10/2021

De acordo com o artigo 217 da Constituição de 1988, o estado tem a responsabilidade de promover as atividades esportivas formais e informais e de proteger a cidadania por meio do esporte. Porém, não é o que se observa na realidade atual, devido à desigualdade social, como as pessoas ainda não conseguem realizar esportes diferenciados e condições desiguais.

Nas perspectivas, é importante lembrar que os canais instáveis ​​afetam principalmente como pessoas com mobilidade reduzida, que acabam por não conseguir obter as condições de lazer e crescimento, não só pela deficiência, mas também por não terem acesso a infraestruturas bem equipadas para a prática desse esporte, o que evidência o descaso e retirada da cidadania dessas pessoas.

Segundo o autor Darcy Ribeiro, “o Brasil foi o último país a abolir a escravidão” e seu legado negativo, que a classe dominante gozasse de mais direitos, agravando a desigualdade. Com essa afirmação, fica claro que a cidadania ainda é restrita porque na sociedade atual os mais pobres não podem garantir o acesso às oportunidades de lazer e, quando o fazem, muitas vezes as escolas não têm espaço para estrutura e ajuda profissional. É um assunto muito sério, porque essas crianças e jovens não podem formar a cidadania pelo esporte.

Com base nas informações acima, fica claro que maiores incentivos e estruturas são para dar às pessoas a oportunidade de praticar esportes para garantir a cidadania. Por isso, o Ministério da Educação investe na construção de quadras esportivas nas escolas para difundir o lazer entre os cidadãos. É importante também que as associações não governamentais promovam a prática esportiva para ampliar a participação do cidadão, só será possível resguardar esse direito previsto na Constituição Federal.