Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 20/10/2021
O romance filosófico “Utopia” - criado pelo escritor inglês Thomas Mors no século XVI - retrata uma civilização perfeita e idealizada na qual a engrenagem social é altamente segura e desprovda de conflitos e problemas. Tal obra fictícia, mostra-se distante da realidade contemporânea no tocante ao esporte e cidadania na sociedade brasileira, problema ainda a ser combatido no país. Esse panorama lamentável ocorre não só em razão de muitas pessoas que não têm acesso ao esporte. Desse modo, torna-se fundamental a análise dessa conjuntura para reverter esse quadro.
Nessa linha de raciocínio, é primordial destacar que a carência de investimentos em acesso ao esporte deriva da ineficácia do Poder Público, no que concerne a criação de mecanismos, os quais coibam tais recorrências. Sob a pespectiva do filosófo contratualista Jhon Locke, o Estado foi criado por um pacto social para assegurar os direitos fundamentais dos indivíduos e proporcionar relações harmônicas. Entretanto, é notório o rompimento desse contrato social no cenário hodierno brasileiro, visto que, devido à baixa de atuação das autoridades fazerem investimentos para que todas as pessoas tenham acesso a pratica de algum espote, podendo diminuir os indices de violência principalmente nas periferias. Destarde, fica evidente a ineficiência da máquina administrativa na resolução dessa situação cáotica.
Interfere-se, portanto, a necessidade de mitigação dos entraves em prol da diminuição do espote e cidadania na sociedade brsileira. Assim, cabe ao Congresso Nacional, mediante o aumento do percentual de investimento, o qual será proporcionado por uma alteração na lei de Diretrizes Orçamentárisd, ampliar por meio de palestras ministradas por profissionais especializados na àrea, com o objetivo de concientizar a população. Dessa forma, pode-se-á concretizar a “Utopia” de Morus na sociedade brasileira.