Esporte e cidadania na sociedade brasileira
Enviada em 08/11/2021
Na obra literária “Utopia”, do autor Thomas More, retrata-se uma sociedade sem problemas a serem enfrentados. Diferentemente da ficção, a situação do esporte e cidadania na sociedade brasileira, na realidade atual, afasta as pessoas do cenário ideal supracitado. Portanto, urge intervenção.
Antes de tudo, é necessário analisar o descaso governamental como impulsionador do impasse. A esse respeito o sociólogo Friedrich Hegel defende a ideia de que o Estado deve proteger seus “Filhos”. Todavia, em contraste com essa concepção, o Brasil se mostra incapaz de realizar o combate direto à problemática, faltando não só infraestrutura de treinamento nas escolas e fora delas, como também falta incentivo a esportes que não o futebol. Dessa forma fica claro que enquanto o Poder Público não der a devida atenção a isso o país sera obrigado a conviver com tal desafio.
Outrossim, vale destacar os prejuízos sociais dessa temática. Desse modo, o sociólogo Emille Durkheim afirma que quando uma sociedade está em uma crise, o único fim dos sujeitos é o sofrimento. De maneira análoga, encontra-se a agrura dos interessados em esporte que sofrem com o desafio relacionado a esporte e cidadania no Brasil.
Portanto, é imperiosa a aplicação de medidas a fim de minimizar os impactos desse cenário. Logo, na tentativa de proteger seus “filhos” cabe ao Ministério da Cidadania, responsável pela promoção e criação de programas culturais e esportivos, efetuar o combate direto a problemática, através da instalação de mais equipamentos públicos para a realização de eventos esportivos. Além de campanhas midiáticas para incentivar toda a prática esportiva. Com isso espera-se alcançar a coletividade Utopia de More.