Estigmas associados aos jogos eletrônicos: eles contribuem para o comportamento violento de crianças e adolescentes?

Enviada em 02/06/2026

A indústria japonesa Nintendo, associada a diversas franquias, como: Mario e Pokemon. Esta presente em projetos que visam, a “gameficação” da saúde; seja no Nintendo Wii (console) –usado para praticar esportes e atividades, da mesma maneira que os óculos de realidade virtual– ou em jogos de celular, como “Pokemon sleep”, que tem como função auxiliar na regulação do sono de maneira intuitiva. Contudo, vale-se acrescentar que o uso destes (VR, ou Nintendo Wii) ou quaisquer semelhantes, não subsituem atividades reais, sendo necessária uma regulamentação por parte dos usuários e/ou guardiões-legais quanto ao seu uso.

Adentrando o que fora posto, é inegável que os jogos de videogame estão presentes na rotina dos jovens, e também, nas demais faixa-etárias sociais. Entretanto, segundo o professor Salah H. Khaled Jr. Associar os jogos eletrônicos a comportamentos e hábitos agressivos, cometidos por crianças e/ou adolescente, consiste, num ofuscamento das questões preditoras, como: personalidade, criação do indivíduo, ambiente, e traços psicossomáticos; o que por conseguinte ignora fatores individuais, afim de priorizar uma análise mais ampla, porém, com pouca eficácia sobre o tema em questão. Este que deveria ser pautado, não com generalização dos comportamentos e reações do infanto-juvenil, mas sim com cautela e empatia minuciosas, quanto a sua saúde e bem estar.

Outrossim, os estigmas associados a este tema, principalmente sobre a influência causada por tal, que por consequência gerariam atos impulsivos e violentos; nada mais são do que inviáveis. Pela óptica apresentada pela revista “Quatro cinco um”, adjunto do professor Salah H. Khaled Jr. Defensor, de que os “videogames”, não são responsáveis pelo aumento da criminalização ou aumento de atos agressivos, entre os jovens. Tendo esses atos, como fatores responsáveis: O ambiente muitas vezes agressivo, aonde as crianças são expostas desde cedo, e a falta de um acompanhamento/acolhimento melhor aos conflitos e pensamentos dos jovens, por parte da família.

Em desfecho com o que foi dito, o uso deste meio de entretenimento não é um problema em sí, mas sim, o seu uso desregulado e mal gerido por responsáveis e consumidores, que precisam ter uma visão mais ampla quanto ao tema.