Estigmas associados aos jogos eletrônicos: eles contribuem para o comportamento violento de crianças e adolescentes?

Enviada em 30/09/2026

A tecnologia é um pilar fundamental nos dias de hoje e acompanhada dela também estão ligados certos problemas. Fica evidente que é algo que influencia a sociedade e pode vir a ser um problema futuro. O cérebro de uma criança em formação não sabe diferir o certo do errado, então, torna-se um risco o consumo de contúdos violentos sem a supervisão dos responsáveis.

O discernimento de uma criança é quase inexistente e por isso é tão fácil ela reproduzir o que observa. Ela não pensa nas consequências e só faz porque parece interessante. Essa influência negativa pode fazer com que essa ideia de violência gratuita se instale na mente dela e acabe sendo normalizada, levando-a a considerar que essa situação é comum. Consequentemente, a frequência consumindo esse tipo de conteùdo resulta em perder a noção sobre entretenimento virtual e convívio social.

Outro fator agravente é a falta de supervisão dos pais. Essa auŝencia de acompanhamento faz com que muitas crianças acreditem ter maturidade suficiente para consumir jogos inadequeados. Os responsáveis precisam estar atentos ao que eles observam e reproduzem. Uma criança deixa explicíto quando acha algo interessante e, como consequência, fala sobre. Os adultos precisam estar orientando e corrigindo, pois são fundamentais na formação de valores e comportamentos. Outro auxílio é a classificação indicativa, que deveria vir de forma mais clara e explícita.

Portanto, torna-se indispensável que as empresas responsáveis pela comercialização de jogos reforcem a classificação indicativa e os alertas de conteúdo violento. Para isso, as empresas devem inserir avisos claros nas embalagens e nas plataformas online, informando sobre possíveis impactos desse conteúdo. Dessa forma, será possível reduzir a exposição infantil a conteúdos inadequados.