Estigmas associados aos jogos eletrônicos: eles contribuem para o comportamento violento de crianças e adolescentes?

Enviada em 26/07/2025

Sendo o individualismo o maior conflito da pós-modernidade, segundo o filósofo Zygmunt Bauman, a parcela da população tende a não reconhcer os estigmas associados aos jogos eletronicos e como eles contribuem para o comportamento das crianças e adolescentes como entrave recorrente. Nesse panorama, cabe enfatizar duas fontes para esse problema: negligência governamental e omissão familiar.

Em primeiro lugar, é importante destacar a omissão estatal como promotora do problema. Nesse viés, o escritor Gilberto Dimenstein, em sua obra ‘‘Cidadão de Papel’’, aponta a lesgislação brasileira como ineficaz, visto que apesar de apresentar uma boa teoria não se concretiza na prática. Dessa forma, é nptória a falta de políticas públicas das autoridades governamentais na criminalização da fabricação de jogos eletrônicos violentos, uma vez que esses conteúdos tem a capacidade de engajar e influenciar seus usuários, o que causa a normalização de comportamentos destrutivos. Assim, fica claro que o problema ainda persiste devido ao descaso governamental.

Ademais, é imperativo ressaltar a precaridade das relações parentais como potencializadora da problemática. De acordo o médico psicanalista Agusto Cury, a família moderna está, cada vez mais desestruturada e menos participante no desenvolvimento dos infantes devido à escassez de dialógos. Nesse contexto, esse fato representa a atual conjuntura de muitos indivíduos, que sofrem com a falta de monitoramento pelos responsáveis, devido a uma convivência deteriorada pela escassez de dialógos, caracterizando-se uma infeliz problemática, pois a família possui um papel primordial na proteção do indivíduo em razão da ultilização irresponsável dos jogos eletrônicos.

Portanto, atitudes devem ser tomadas para amenizar o quadro atual. Para isso, é necessário que o Ministério da Educação, orgão responsável pela educação do páis, promova palestras nas escolas monitoradas por psicológos sobre os impactos dos jogos eletrônicos. Tal ação deve contar com a presença de pais e alunos, a fim de gerar uma compreensão aos indivíduos do núcleo familiar.