Estigmas associados aos jogos eletrônicos: eles contribuem para o comportamento violento de crianças e adolescentes?

Enviada em 12/08/2025

Os jogos eletrônicos ajudam a estimular uma série de fatores entre as pessoas, inclusive o desenvolvimento de comportamentos violentos, apontam psicólogos e pedagogos. Com isso, ao consumir jogos eletrônicos e violentos, os pais devem se atentar no comportamento dos filhos, e o poder público precisa manter uma rede de serviço para atender melhor crianças e adolescentes no uso saudável dos jogos.

A princípio, com o crescimento dos jogos virtuais com grande números de acessos por crianças e adolescentes, em sua maioria, pais ou responsáveis legais devem se atentar na influência que esses jogos eletrônicos estão causando no comportamento e desenvolvimento dessas pessoas. Segundo a Organização das Nações Unidas, os direitos da criança e do adolescente no ambiente digital e da tecnologia é vital para o seu futuro, responsabilidade compartilhada entre a família, sociedade e empresas de plataformas digitais que operam no Brasil. Dessa maneira, é dever de todos acompanhar esses indivíduos que são expostos aos jogos eletrônicos violentos no desenvolvimento precoce de sua formação psíquica.

Outrossim, cabe ao poder público regulamentar, aplicar e fazer leis, e fornecer ajuda médica às crianças e adolescentes sujeitos aos jogos eletrônicos violentos. De acordo com o Ministério da Saúde, estudos mostram uma inclinação de que os jogos violentos causam danos à saúde mental como depressão, fobia social, ansiedade e queda no desempenho escolar impactando na formação fundamental e também na vida adulta. Assim, a exposição a esses jogos podem desenvolver riscos à saúde mental da criança e do adolescente.

Portanto, todo indivíduo, inclusive o poder público, precisam unir esforços para que os games violentos não sejam uma ferramenta para o estímulo ao comportamento violento, por meio de ajuda pedagógica, leis que punem empresas que não cumpre as regras estabelecidas pela legislação vigente, a fim de que esses jogos não tenham influência no comportamento e no desenvolvimento social das crianças e jovens.