Estratégias para assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis
Enviada em 05/05/2025
Chimamanda Adichie afirma que a mudança do “status quo” - o estado das coisas - é sempre penosa. Tal dificuldade é nítida nos padrões de produção e de consumo cujas estratégias para assegurar sua sustentabilidade têm se mostrado ineficazes. Diante disso, surge um complexo problema que se enraíza na omissão governamental e na lacuna ambiental.
Nesse cenário, destaca-se o descaso estatal como causador do problema. Sob essa ótica, Bauman afirma que “não são as crises que mudam o mundo, e sim nossa reação a elas”. No entanato não é possível verificar uma resposta interventiva na promoção de estratégias para assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis pelo Estado, visto que se encontra inerte diante do caso ao utilizar fontes de energia não renováveis, como o petróleo, ocasionando sérios danos ambientais. Logo, cabe ao governo priorizar a promoção de estratégias com foco na sustentabilidade.
Somado a isso, destaca-se a insuficiente proteção ambiental como agravante da problemática. Nesse sentido, conforme previsão constitucional, é um dirito fundamental o meio ambiente ecologicamente equilibrado. Entretal, tal máxima não tem sido verificada nos padrões de produção e consumo, já que, muitas vezes, a sustentabilidade não é um princípio observado pelas grandes empresas têxteis as quais seguem um modelo de produção em massa, o que contribui para o acúmulo de resíduos em lugares inadequados. Com isso, é imperativo incentivar o emprego de técnicas de produção mais sustentáveis.
Portanto, é necessário intervir nesses entraves. Para isso, o Estado deve investir em fontes renováveis de energia - por meio de parcerias com o setor privado - a fim de promover estratégias sustentáveis de produção e de consumo, além de lidar com sua omissão. Tal ação pode, ainda, ser publicada nas redes sociais oficiais para o acompanhamento da população. Paralelamente, é preciso reverter a lacuna ambiental que ainda impera. Dessa forma, será possível mudar o “status quo” que Chimamanda Adichie previu.