Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 28/08/2018
O gradual aumento do número de crianças e adolescentes fora das escolas é prejudicial não somente para os mesmos, mas também, para a sociedade como um todo. Os motivos para o abandono escolar são vários contudo, as medidas preventivas, a fim de evitar este problema, não têm demonstrado muita efetividade.
Tendo em vista que uma parte da quantidade de jovens, os quais deixaram o ambiente escolar, possuem parentesco com outra pessoa que também parou de estudar. O conjunto familiar desses cidadãos em formação é de extrema importância, já que, é papel desse grupo incentivar a permanência dos alunos. E este é só um fator da desigualdade escolar sofrida por aqueles, os quais ficam as margens da sociedade. Não só geograficamente, como também, na parte socioeconômica. Dessa forma o problema se torna algo que todos deveriam se preocupar.
Some-se a isso os fatores que levam ao desinteresse para com os estudos: a falta de estimulo, gravidez na adolescência, a necessidade de contribuir economicamente em casa, levando a busca por emprego, alguma enfermidade. Torna-se cada vez mais evidente a condição emocional precária desses brasileiros. Uma vez que todos os problemas citados anteriormente citados também são evidências da pouca valorização do cuidado com a saúde mental. Frente a isso os governos, estaduais e federais, têm poucas medidas preventivas. Posto que transtornos mentais como ataques de pânico, depressão ainda são considerados tabus.
Portanto, torna-se imprescindível, que uma análise mais detalhada das demandas da população infanto-juvenil por especialistas das áreas de educação, saúde e social, tendo em vista a importância do diálogo com o povo, é crucial para a prevenção da evasão escolar. Assim o MEC(Ministério da Educação) e o governo federal, por meio de propagandas, transmitidas pelos meios, os quais os públicos-alvo tenham acesso: televisão, mídias sociais, podem diminuir o número de crianças e adolescentes fora dos colégios.