Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 18/07/2018

Na Grécia Clássica o ensino era destinado apenas para os filhos de nobres. Assim como nessas pólis, é evidente na sociedade brasileira a desigualdade associada com a problemática da evasão das escolas. Na qual é causada pela dificuldade de permanência nas instituições de ensino que tem como principal consequência o aumento da criminalidade. De modo que deve ser superada.

Convém ressaltar, a princípio, que o abandono escolar tem prejuízo ao longo de toda a vida da criança e do adolescente. De acordo com teoria Maxiana, a história da humanidade é constituída pela luta de classes, na qual sempre existira uma parcela da população menosprezada. Sob essa ótica, é possível entender que aqueles que não possuem poder aquisitivo para usufruir do ‘‘privilegio’’ de se manter na escola vai estar, segundo Darwin, no processo de seleção natural, em que só os mais fortes sobrevivem. Nesse sentido, com desigualdade é inviável combater a saída de crianças e adolescentes das escolas.

Por conseguinte, sabe-se que, ao não mirar atrativos e perspectiva de futuro dentro dos educandários, os jovens tendem a ir para trabalhos ilegítimos, que frequentemente é a criminalidade. Isso, consoante ao pensamento de A. Shopenhauer, de que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seus entendimentos a respeito do mundo que o cerca. Isso faz com que problemas como criminalidades sejam frequentes na sociedade.

Consoante ao mencionado é imprescindível que forças suficientes contra o percurso da evasão escolar seja executada. Para isso, cabe ao Governo Federal expandir o Bolsa família, que em parceria com as escolas e com a assistência social, possam garantir que o beneficiado esteja de fato frequentando a instituição regularmente. Ademais, o Ministério da educação deve destinar os professores estagiários para promover atividades, como clubes do livro e esportes nos finais de semana, afim de manter o interesse dos jovens no cenário escolar.