Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 12/12/2018
Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante ao indivíduo o direito à educação e bem-estar social, porém, quando se trata da realidade brasileira, a evasão escolar tem se tornado algo mais comum nos últimos anos, que se relaciona com o índice de pobreza em consonância com à falta da influência parentesca nessa área.
Em primeira análise, sabe-se que em comunidades mais pobres é mais comum ver a escusa de discentes. Estudos feito pelo instituto Unibanco, no ano de 2017, afirma que, quanto maior a renda mais os estudantes avançam nos estudos. Logo, pode-se dizer que a baixa renda acaba influenciando no aumento do abandono escolar, que é triste, já que a garantia de educação, na prática, não chega a tal grupo.
Outrossim, o ambiente familiar influencia no estudo da criança e do jovem. A Terceira Lei de Newton afirma que toda ação gera uma reação. De maneira análoga, se as pessoas em volta dos estudantes agem contra o incentivo deles, eles irão reagir “largando” os estudos, o que lamentavelmente aumenta o número de desistentes nas escolas.
A veracidade do país, portanto, atua em prol da evasão escolar. Para resolução de tal problemática, subterfúgios devem ser encontrados. É papel do Ministério da Educação ampliar a quantidade de instituições por meio das verbas públicas voltadas a essa área, para que uma maior quantidade de seres de “classe C” tenham um melhor acesso a elas, onde não precisem gastar, principalmente com transporte e alimentação, que consequentemente diminuirá o escoamento estudantil. Ademais, a família deve estimular aos alunos, mostrando os benefícios que a educação traz, de como ela pode mudar a sociedade, a fim de que esse problema seja extinto.