Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 04/04/2019

Segundo o ativista Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa a ser usada para mudar o mundo. Nessa égide, é lamentável a realidade dos adolescentes que abandonam a escola por algum motivo banal, logo deixam de lado seu futuro e os investimentos educacionais públicos do país. Além disso, é essencial enfatizar o fato dos jovens evadirem as instituições de ensino,pois tornam-se suscetíveis ao caos civil. Logo, diante da escapula escolar, não se pode negar ações pontuais e, para tanto, o Brasil não deve se contentar em ser uma nação “deitada eternamente em berço explendido”.

Mormente, é importante destacar o ato da juventude em ignorar a aplicação do capital público aos colégios por acreditarem que o trabalho prematuro é o suficiente para o sucesso pessoal. Nessa diapasão é evidente a presença de barreiras, como trabalho infantil retardando o progresso economico. Logo, a esperança em geração de renda para a nação é apenas utópico. De acordo com o Irlandês Oscar Wilde, a insatisfação é o primeiro passo para o desenvolvimento em um homem ou país. Diante disso, a veracidade dos dados expostos pelo IBGE em 2010, no qual a metade da população não concluiu o ensino básico de educação, se extinguiria como a problemática social. Dessa forma, para a ciência política, sem coesão de esforços nenhum país é apto a superar seus próprios dilemas.

Ademais, é necessário destacar outro ponto da vulnerabilidade juvenil a violência e as drogas quando abandonam os estudos, pois estão desabilitados emocionalmente. Nesse contexto, são facilmente manipulado acreditarem que o mundo da droga e violência é a alternativa mais eficiente financeiramente. Exemplo disso são os documentários disponíveis pelo Fantástico, em 2018, em que indivíduos de 17 anos se entregam ao âmbito do tráfico para obterem dinheiro de forma “fácil”, segundo eles. Á vista disso, os índices de criminalidade e a urgência de setores da saúde são impulsionados e assim sobrecarregam a prosperidade do Brasil. Dessa maneira, para a obra " Do cidadão" de Thomas Hobbes, nada é tão resolutivo quanto a ação civil.

Destarte, o Ministério da Educação deve criar um projeto a ser dissolvido nas instituições de ensino, por meio de apresentações artísticas, palestras e atividades lúdicas a respeito dos malefícios da evasão escolar, com o objetivo de garantir um futuro e uma pátria próspera. Outrossim, o MEC deve elaborar uma matéria socioeducativa voluntária, e aos alunos mais dedicados sejam premiados com remunerações, no intuito de chamar a atenção dos jovens e tirá-los do meio contrabandista. Assim, diante da Teoria da Razão Comunicativa, da escola de Frankfurt, apenas a razão tem o poder para destruir os problemas que ela mesmo produziu.