Evasão escolar e a realidade brasileira
Enviada em 20/07/2019
Já dizia o grande filósofo Immanuel Kant “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Com base nisso, é correto afirmar que a evasão escolar no Brasil tem sido um problema que reflete demasiadamente na forma de viver e no futuro dos indivíduos deste país.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 1,3 milhão de brasileiros no período de 2004 a 2014 deixaram de concluir seus estudos, metade destes não terminaram se quer o fundamental. Dentre os principais motivos que levam os alunos a renunciar seu direito à educação, estão a baixa renda forçando o trabalho precoce, a distância escolar e acesso ao transporte, além da falta de interesse.
Segundo o ministro da educação Aloizio Mercadante, do período da análise do estudo realizado pelo Ministério da Educação (MEC), há fatores mais complexos que causam o abandono escolar, como a gravidez na adolescência, doenças e também a criminalidade. O ministro ainda afirma que se todos os jovens estivessem em salas de aula, o índice de violência seria menor. Fatores como estes influenciam diretamente no índice de desenvolvimento humano (IDH) da população negativamente.
Portanto, em consideração aos fatos faz-se necessário medidas cabíveis para diminuir o impacto causado na sociedade pela evasão escolar. São como o transporte público gratuito aos alunos de baixa renda para escola fornecido pelos governos estaduais, o acompanhamento junto ao conselho tutelar para aqueles que acumulam faltas sem justificativas, a criação de aulas extracurriculares e gincanas na escola por meio dos gestores com apoio financeiro do MEC no intuito de obter mais atenção dos estudantes, além de um agente de saúde do SUS para dar suporte as alunas grávidas e por fim aos jovens com tendência para criminalidade, cabe à direção
encaminha-los a uma escola miliar, ou ao psicólogo na tentativa de melhorar seu comportamento. Com os devidos recursos é possível apaziguar a questão pautada.