Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 20/07/2019

A Convenção Mundial da ONU, promulgada em 1948, diz que todo ser humano deve ter direito a educação.No Brasil, país miscigenado, uma fração dos jovens abandonam a escola, por não terem acesso ou são impostos a trabalhar prematuramente pelos pais, por exemplo.

Em primeira análise, a falta de acesso à escolas com boas ferramentas educativas vem comprometendo a evasão de jovens no ensino fundamental e médio.Partindo desse princípio, segundo o pensamento marxiano que a economia é a base da sociedade, o capitalismo, quando precedido de mau uso das verbas públicas, tange a colégios precários.Paralelamente, sem esse capital, não há criação de novas instituições, aumentando os imbróglios do país.

Outro fator que comprova essa situação é dada pelos responsáveis de determinado indivíduo, que, em maioria, são negros e pessoas de baixo poder social, influenciando os seus filhos a entrar no mercado de trabalho informal.Com isso, conforme a teoria darwiniana da seleção natural que apenas os fortes sobrevivem, fica ascendente os impasses elevados no que se refere ao Índice de Desenvolvimento Humano, pois o Brasil ocupa o 73° lugar no ranking nacional, segundo a revista BBC.É oportuno frisar que o egoísmo de uma parcela da elite reflete na degradação do país, uma vez que tal jovem fica suscetível a entrar na criminalidade.

Deve-se constatar, portanto, que ajustar o IDH brasileiro é de sinônimo de uma vida melhor para todas as classes.Mediante o exposto, o Ministério da Educação deve elevar o valor do PIB nacional para as escolas, já que, países desenvolvidos com área menor que a canarinha possui mais investimentos nesse setor.Desta forma, promover a criação de novas instituições a fim de conquistar o jovem a ser inserido nela é de suma importância, pois segundo o filósofo James Russell, ‘’educar a inteligência é dilatar os horizontes dos nossos desejos e necessidades’’.