Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 24/07/2019

No início do Brasil Colônia, com a chegada dos portugueses nas terras brasileiras, trouxeram consigo os jesuítas, que tiveram como objetivo ensinar e propagar a fé católica aos habitantes ali presentes. Tangente a esse fator, tevesse o surgimento de escolas, que permanecem com os mesmo padrão até os dias de hoje. Desse modo, com o devido crescimento e as devidas mudanças sofridas com o tempo, a realidade da população brasileira com a evasão escolar mostrasse cada vez mais presente, que ocorre, não só pelo desinteresse dos estudantes, mas também pela situação econômia desconfortável da maioria.

Em primeira análise, é importante destacar que, por ser o mal do século XXI,  a desambição está cada vez mais saturada na vida dos jovens, segundo o Banco Mundial, 52% dos jovens entre 19 e 25 anos largaram os estudos, por estarem desinteressados com a forma de ensino e estrutura do ambiente escolar, que, por fim, é a mesma desde 1554, ano em que foi fundada a primeira escola no Brasil. Outrossim, estudantes em que apresentam uma classe social mais exuberada, também contribuem com a problemática por pensarem que o ensino não irá contribuir na sua vida financeira.

Em segunda análise, de acordo com o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto brasileiro de estásticas e geografia (IBGE), grupos em maior risco de evasão escolar, são jovens de baixa renda, estudantes quem deixam de estudar para trabalhar, evidentemente, para contribuir com as despesas da família. Logo, isso gerará, em um futuro próximo, inserção prepoce ao mercado de trabalho, pelas exigências cobradas e falta de profissionais não qualificados, podendo afestar na economia  e contribuir na desigualdade social.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro da evasão escolar. Para anestesiar a população brasileira a respeito do problema, urge que o MEC, juntamente com parcerias público - privadas crierem, por meio de verbas gorvernamentais, bolsas de projetos, investimento  no corpo docentes para aplicação de novas metodologias de ensino, tanto internamente quanto externamente das salas de aula, desenvolver tecnólogias e estruturas para poder tornar o ensino mais atrativo e fazer referência em um dos pensamentos de Abert Einsten dizendo “Em meio da dificuldade, encontra-se a oportunidade”. Somente assim, será possível suavizar a evasão escolar e, ademais, estourar a bolha que impede o crescimento dessa parcela da população.