Evasão escolar e a realidade brasileira

Enviada em 25/07/2019

Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos(DUDH), toda pessoa tem direito a educação e ainda, de acordo com a carta Magna, ela será dever do Estado e da família. Nesse sentido, pode-se discernir acerca das causas de evasão escolar vividas pelos brasileiros, como a gravidez na adolescência e a situação econômica dos trabalhadores que residem no Brasil.

Em primeiro lugar, infere-se que a gravidez na adolescência é um fator de grande relevância para o aumento dos índices de evasão escolar. Isso porque ao engravidar, o adolescente além de lidar com as mudanças do corpo tem que se preocupar com as responsabilidades que essa criança trará. Dessarte, deixar de ir a escola e consequentemente estudar é uma maneira que essa “criança” encontra de minimizar os problemas que surgirão ao longo da gestação. Assim, cabe ao Estado instaurar formas de reduzir situações semelhantes a essa no país.

Em segundo lugar, nota-se que a situação econômica a que se encontram muitas famílias brasileiras é também uma causa da saída precoce de alunos da escola. Nessa perspectiva, muitos jovens são obrigados a deixar de se escolarizar para ingressar no mercado de trabalho, e assim contribuir na renda familiar. Esse exemplo fere os direitos dos mais novos, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente(ECA), no qual a escola deve-se valer de todos os meios possíveis para manter o jovem naquele ambiente de estudos.

Portanto, é necessário que o Estado tome providências para superar o impasse de evasão escolar no Brasil, de modo a reduzir o quadro atual. Em suma, para que a quantidade de estudantes do ciclo básico cresça, urge que o Ministério da Educação(MEC) em parceria com às Secretarias de Educação criem matérias relacionadas a sexualidades e as incorporem no Plano Curricular Nacional. Dessa forma, espera-se que a gravidez na adolescência seja minimizada e a margem de evasão escolar diminua, de forma a respeitar os direitos, previstos em lei, dos adolescentes.